O Grupo de Investigações em Sistemas Complexos do DPF, formado a partir de 1993, conta hoje com 8 doutores que atuam na área de Física Estatística / Sistemas Complexos. O laboratório de Física computacional do GISC dispõe de microcomputadores   e estações de trabalho de alto desempenho. Essas maquinas são   utilizadas em simulações e integrações numéricas de equações   diferenciais. Dentre os problemas que são abordados através dessas   simulações e integrações podemos destacar:

 1- Dinâmica Orbital

Nessa área são estudados o problema da distribuição de pequenos corpos no Sistema Solar e processos difusivos nas regiões de Ressonância de Movimento Médio. A técnica empregada consiste basicamente na integração numérica de órbitas de partículas testes, levando em conta a presença dos planetas e suas interações gravitacionais.

 2- Autômatos Celulares

Os autômatos celulares são uma ferramenta padrão para o estudo de sistemas formados por muitos entes que interagem sentre si segundo regras simples de evolução temporal. Esses entes podem ser indivíduos que interagem no sistema social, bactérias em um meio de cultura, átomos magnéticos, etc. No GISC se utiliza os autômatos celulares para estudar processos eleitorais em sociedades, populações de células cancerosas e propagação de doenças em comunidades.

 3- Modelos Magnéticos

O Magnetismo é um dos fenômenos mais interessantes da natureza, já conhecido pelo homem desde a Grécia antiga, e também de vasta aplicação tecnológica, como, por exemplo, em discos rígidos de computadores. No GISC há basicamente duas linhas de trabalho nessa área, uma analítica, que estuda as excitações topológicas e magnons em sistemas de baixa dimesionalidade, e uma linha computacional, que estuda transições de fase em sistemas magnéticos via simulações do tipo Monte Carlo.

L A B O R A T Ó R I O   D E   F Í S I C A   C O M P U T A C I O N A L
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA