
A partir do início dos anos
70, a Bacteriologia de Plantas passou a se constituir
uma das linhas mestras de pesquisa do
Departamento. Em 1976 é publicado o primeiro livro (ROMEIRO,
R. S. Identificação de Bactérias Fitopatogênicas.
Imprensa Universitária-UFV. Viçosa. 1976. 91p) sobre o assunto
e, neste mesmo ano, um docente é enviado aos Estados Unidos para
programa de doutoramento em fitopatologia com especialização
em bactérias fitopatogênicas. Em 1981 é defendida a
primeira tese sobre o tema na UFV. Até o momento, no Laboratório
de Bacteriologia de Plantas da UFV, foram defendidas 19 teses, sendo 7
de doutorado e 12 de mestrado, concedidos dezenas de estágios a
estudantes de Iniciação Científica e de Aperfeiçoamento,
publicados dezenas de trabalhos científicos, apostilas e monografias.
Em 1995, foi publicado o segundo livro (ROMEIRO, R. S. Bactérias
Fitopatogênicas. Imprensa Universitária, UFV. Viçosa.
1995. 367p). Contando atualmente com dois docentes, ambos com doutorado,
um técnico de nível médio e vários estudantes
de pós-graduação, iniciação científica
e aperfeiçoamento, o Laboratório de Bacteriologia de Plantas
da UFV conduz, no momento, vários projetos de pesquisa em áreas
como patologia de sementes, controle biológico, fisiologia do parasitismo,
resistência de plantas a enfermidades incitadas por bactérias
e uso de rizobactérias no biocontrole de enfermidades. O Laboratório
é dotado de excelentes facilidades, como espaço físico,
equipamentos sofisticados, casa de vegetação e reagentes,
adquiridas ao longo dos anos graças a dezenas de convênios
firmados com, ou a projetos de pesquisa financiados por entidades como
CNPq, FINEP, FAPEMIG, FUNBEC e Fundação Volkswagen (Alemanha).
Os intgrantes do laboratório mantêm laços de cooperação
recíproca com entidades de pesquisa nacionais (EMBRAPA, PESAGRO,
EPAMIG, IBSP, Universidades Federais) e internacionais como Universidade
de Missouri (USA), Istituto Sperimentale per la Patologia Vegetale (Itália),
Universidade de Braunschweig (Alemanha), Auburn University (USA),
Universidade de Minnesota (USA), etc.
Pesquisa com bactérias que incitam enfermidades
de plantas são usualmente dispendiosas e recursos advêm de
projetos de pesquisa submetidos a órgãos governamentais brasileiros
(CNPq, FINEP, FAPEMIG, etc) ou internacionais como GTZ e Fundação
Volkswagen (Alemanha). Problemas com fitobacterioses e indagações
básicas sobre a natureza dessas enfermidades são investigados
através temas de teses de mestrado e doutorado, projetos individuiais
conduzidos por pesquisadores do grupo isoladamente ou em parceria com outras
instituições.
A divulgação de resultados é
feita através de trabalhos publicados em revistas especializadas,
apresentados em congressos científicos, de aulas de graduação
e de pós-graduação, de livros, de monografias e apostilas,
de seminários e simpósios.
Os investimentos em recursos humanos são
feitos quer por treiamentos periódicos de membros da equipe no país
ou no exterior como pelo contínuo fluxo de estudantes de iniciação
científica e aperfeiçoamento aceitos como estagiários
no laboratório.