Kerr et al. (1996) consideram o volume da colméia como fator relevante para a adaptação das abelhas sem ferrão ao ambiente da colméia. Assim, medidas equivalentes ao dobro do volume ocupado, em média, pela colônia da espécie na natureza, devem ser preferidos na construção da colméia. Podendo haver alterações, dependendo da região, para uma mesma espécie; por exemplo, a mandaçaia (Melipona quadrifasciata) no interior de São Paulo e de Minas Gerais ocupa um volume (interno da colméia) de 10 litros e no litoral e Espiríto Santo pode chegar a 25 litros. Para jandaíra (Melipona subnitida), 15 litros é o ideal e para jataí (Tetragonisca angustula), 8 litros.
Colméia Uberlândia:
Obs.: fazer um orifício de 3 cm de diâmetro na parede oposta
à entrada da colméia. Este orifício deve ser tapado
com tela e fita crepe e aberto após um dia de chuva.