FONTE: "The Hive and the Honey Bee". Ed. Joe M. Graham (1992). Dadant & Sans, Hamilton, Illinois, USA.

Envenenamento de abelhas por plantas nos EUA

PLANTA

Aesculus californica

Solanum nigrum

Zygadenus venenosus

Cuscuta spp.

Cyrilla racemiflora

Astragalus diphysus = A. Lentiginosus v. diphysus

Euphorbia marginata

Datura spp.

Kalmia latifolia

Triglochin maritima

Asclepias subverticilata

Veratrum californicum

Crilla racemiflora

Gelsemium sempervirens

Senecio jacobea

Rhododendron e outros membros da família Ericaceae

Na Russia

Veratium album (pólen)

Hyoscyamus niger

Na Hungria

Datura metel

Na Dinamarca

Aesculus hippocastanum

Na Escocia

Rhododendron spp.

No Japão mel tóxico originado de Azalea - Tripetaleia paniculata causou vômito, naúsea e diarréia em animais que o ingeriram.

Astragalis miser tóxico para abelhas no Canadá.

Raramente o mel produzido por plantas tóxicas para as abelhas é prejudicial para o homem.

Mel do louro da montanha (Kalmia latifolia nos EUA é tóxicos para o homem.

Na Nova Zelândia mel de abelhas que coletaram secreção do homoptera Scolypopa australi$s que se alimenta em Coriana arborea é tóxico para o homem. P> Diversos autores consideram que o mel não operculado (imaturo) obtido a partir de néctar de Rhododendron spp. pode ser tóxico para o homem. O mesmo é afirmado para o caso de néctar oriundo de Kalmia latifolia e Gelsemium sempervirens.

No Brasil serias intoxicações das larvas de abelha foi recentemente relatada por D. Message e, consequência da ingestão de pólen de Stryphnodendron (barbatimão).

Paulo Nogueira-Neto (1970) relata casos de intoxicação humana pela ingestão de mel e pólen de alguns meliponíneos (abelhas indígenas sem ferrão) em algumas regiões do Estado de São Paulo e em algumas outras regiões.

Mortalidade de abelhas nas flores de Spathodea campanulata e de Ochroma lagopus tem sido repetidamente observada.


Lucio Antonio de Oliveira Campos
Universidade Federal de Viçosa - Departamento de Biologia Geral
36571-000 - Viçosa - MG.
[Volta]